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Práticas do professor frente às inovações midiáticas

Projeto sobre a prática do professor relacionada ao trabalho com às mídias.
Esta postagem apresenta um projeto de intervenção a respeito da tecnologia na educação.

Práticas do professor frente às inovações midiáticas

Resumo


Existem vários fatores que influem no sujeito professor e por consequência em suas práticas. É preciso que ele esteja presente às mudanças que ocorrem na sociedade. As mídias têm sido repensadas e inovadas para n objetivos; alguns deles voltados para a educação. O professor tem então, a tarefa de se apropriar de um conhecimento atual, com e para o qual não se formou. Pelo exposto, propôs-se a pesquisa, objetivando caracterizar o Polo Educacional Centro Municipal de Letramento I, frente às inovações midiáticas e da importância do professor repensar suas práticas, procurando sempre acompanhar o movimento do sujeito.

Palavras-chave: Formação, Mídias, Práticas do professor.


PRÁTICAS DO PROFESSOR FRENTE ÀS INOVAÇÕES MIDIÁTICAS: POLO EDUCACIONAL CENTRO MUNICIPAL DE LETRAMENTO I


Ninguém começa a ser educador numa certa terça-feira às quatro da tarde. Ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão sobre a prática. (Paulo Freire, 1991, p. 58).

Este projeto apresenta uma proposta de pesquisa a ser realizada na escola Polo Educacional Centro Municipal de Letramento I (PECML I), da Rede Municipal de Ensino de Uruana – Goiás. Tal pesquisa estará direcionada à prática do professor e à mídia, com a intenção de caracterizar e reconhecer as relações entre a prática do professor e as mídias, e posteriormente formular e implantar um projeto de intervenção.

A escola PECML I, localizada no município de Uruana (rua 13 s/n – Centro), atendendo alunos da educação infantil e do ensino fundamental (1º ao 9º ano), nos turnos matutino e vespertino, é uma das 4 escolas que compõem a rede municipal de educação, contando com 876 alunos matriculados até o mês de outubro; abriga ainda um Polo UAB (educação a distância).


1. Justificativa


O presente projeto foi idealizado a partir de uma proposta do curso de Especialização em Mídias na Educação. Neste curso, não foram poucos os momentos de leituras e discussões a respeito da mídia e da prática do professor, além de outros temas. Atentando para um ambiente próximo, no qual atuo, percebi a necessidade de se trabalhar a prática do professor em meio às mídias, que não são tão recentes, mas que só a pouco se fazem presente na escola.

Neste sentido, quer-se caracterizar a escola Polo Educacional Centro Municipal de Letramento I, município de Uruana – Goiás, quanto à forma que se dá a apropriação das mídias e sobre as práticas do professor.

Este projeto é importante e necessário, pois a escola abriga também um dos Polos UAB – educação à distância –, e uma das contrapartidas, é o considerável número de recursos midiáticos disponibilizados para uso comum a ambos (laboratórios de informática, acesso livre à web, ampliação da biblioteca, datas-shows, projetores, TVs, ambiente virtual de pesquisa, amplificadores de som, etc.). A potencialização de uso adequado dos espaços criados e das mídias disponibilizadas é fundamental para a prática do professor, oportunizando melhores condições de ensino e de aprendizagem aos alunos.

Há no desenvolver deste projeto, a intenção de estudar, pesquisar e intervir a respeito das práticas do professor com a integração das mídias na escola, pensando numa perspectiva atual destes contextos. Encontrará o(a) leitor(a), um breve apanhado da intencionalidade com esta pesquisa de afirmar ou não a problemática que segue.


2. Revisão Bibliográfica


Não há como negar-se à mudança; de algum modo ela provoca. A escola é um dos ambientes responsáveis pela formação de pessoas para a socialização, para a interação, para a movimentação. A mudança de que trato não é indicativo de moda, de que todos estejam num mesmo trilho, mas que não se pode mostrar inerte às transformações que provocamos e que ao mesmo tempo nos provocam.

Duran (2010, p. 315) discorre a respeito da flexibilidade na educação indicando que “a partir das políticas públicas, do diálogo entre professores, do estudo de novas teorias, da troca de experiências, das relações entre escolas e comunidade e de outros fatores, surgem contradições que afetam os modos pelos quais os educadores pensam a educação e, mais especificamente, concebem os projetos que envolvem o uso das TIC. Sendo assim, os professores podem mudar sua prática, escolas podem redirecionar seus objetivos e até mesmo iniciativas governamentais podem dar novos rumos à educação”.

No texto “Resistência em utilizar recursos tecnológicos na escola”, que trata de estudos a respeito de mídias na educação, evidenciamos que:

A todo o momento é possível perceber a presença de algum avanço tecnológico. Não devemos considerar que é a tecnologia a causadora de mudanças em nossas vidas, mas que nós provocamos as inovações tecnológicas. Não é que nosso modo de ser e agir não esteja mudando com os avanços tecnológicos. Se a tecnologia existe e percebe-se uma mudança cultural, isso ocorre justamente por sermos os causadores. Considerando assim, não há porque não explorar os recursos tecnológicos na escola, já que é seu papel, dentre muitos, a educação para a vida, para a sociedade e a sociedade tem vivido o que se chama “cultura das mídias”. (BASTOS el at, 2012, p. 3).
Bévort & Belloni (2009, p. 1084) ressaltam que a “interação das TIC na escola, em todos os seus níveis, é fundamental porque estas técnicas já estão presentes na vida de todas as crianças e adolescentes e funcionam – de modo desigual, real ou virtual – como agências de socialização, concorrendo com a escola e a família”. 

Os alunos trazem consigo, grande quantidade de informações que eles filtram, sobre leituras breves, textos ilustrados, temas que lhes são interessantes e que por vezes servem-nos para a mediação do ensino e da aprendizagem. Diariamente, alunos chegam à sala de aula, comentando a respeito de algum assunto que correu nas redes sociais ou sobre jogos em web e eles partilham e produzem neles e com eles; muitos têm a sua própria máquina digital, a maioria possui celular, pendrive, perfis em redes sociais, jogos RPG, alguns têm um notebook, Tablet, iPad, Iphone, etc.; é cada vez mais raro encontrar algum aluno que não teve contato com algum destes aparelhos. É claro que outros meios midiáticos acabaram perdendo campo, – por exemplo, impressos, rádio, TV –, mas já lhes é próximo ou presente.

No texto “Um diálogo necessário: comunicar em educação e os instrumentos tecnológicos” me refiro à escola como um espaço que deveria refletir o que se vive e promove em sociedade:

A escola seria um lugar de constantes movimentos em acordo com que o indivíduo tem ou poderá ter disponível para além de seus muros. Comunica-se conforme o que se vive; a educação não é algo estático, não se trata de transmissão do mesmo, mas de constantes mudanças “refazendo” o conhecimento. Isso se faz com o meio, sobre ele; há que experienciar, testar as sensações, instigar percepções, mover-se com o movimento do que o cerca. (BASTOS, 2012, p. 3).

O mundo move-se historicamente no sentido da evolução, uma evolução que ocorre quando se busca a mudança; comumente ela ocorre por seres que não se aquietam diante da situação que vivem. Muito disso pode não ter volta, há um momento em que ou nos apropriamos disto, e mais, propomos novas mudanças ou tornamos seres à margem, exclusos.

Avançaremos mais se aprendemos a equilibrar planejamento e a criatividade, a organização e a adaptação a cada situação, a aceitar os imprevistos, a gerenciar o que podemos prever e a incorporar o novo, o inesperado. Planejamento aberto, que prevê, que está pronto para mudanças, para sugestões, adaptações. Criatividade, que envolve sinergia, pôr as diversas habilidades em comunhão valorizar as contribuições de cada um, estimulando o clima de confiança, de apoio. (MORAN, 2007, p. 32).

A prática deve ser pensada, motivadora, criativa, dialogada, partilhada; não é suficiente pesquisar ideias prontas e reproduzi-las ou remontá-las. Entende-se que a resistência em utilizar a maioria das mídias, ou o uso inadequado delas, se deve à ancoragem num molde de educação que não reflete a sociedade e que pouco se modifica.


3. Problematização


Uma das mazelas na educação tem sido a falta de acompanhamento do professor às mudanças que o cerca. O público da escola passa por transformações constantes e referindo às mídias, estas se intensificaram a partir do final do século passado; algo que não ocorreu com o professor, a grande maioria ainda se prende nas mesmas práticas com as quais aprendeu e que ensina faz anos.

Cada nova manhã traz um mundo cheio de novidades, e o espaço e o tempo ficaram mais curtos e próximos: lidamos, na contemporaneidade, com imensa quantidade de informações novas, disponíveis em formatos e formas de acessibilidade cada vez mais rápidas, diferentes e complexas.

Todo este movimento gera uma ampliação da internacionalização dos conhecimentos necessários para se tomar decisões, ser mais produtivo e competitivo no mercado, fazendo com que seja também cada vez mais necessário, o aprimoramento constante e a formação continuada. (BEAUCLAIR, 2007, p. 26).

Não há como negar a forte presença das mídias na sociedade. É preciso compreender como o professor tem se posicionado em sua prática frente às mudanças tecnológicas. A proposta de pesquisa está justamente em identificar, como tem sido tratada a mídia na educação, seja considerando o trabalho com os recursos tecnológicos disponíveis ou não, seja discutindo a influência da mídia na comunidade local e fora dela, e outros fatores que possam surgir.

É importante compreender como o professor, que em sua maioria ainda é “imigrante digital”, tem feito para lidar e para acompanhar as mudanças tecnológicas dos últimos anos e os alunos – “nativos digitais”. O professor precisa se inserir na nova ordem em que as mídias são rotineiras na vida de seus alunos. Será que isso tem ocorrido? O professor tem procurado a formação continuada e modificado sua prática? Ele promove momentos de autoria para seus alunos e para sua formação?

Araújo (2010, p. 1), diz que:

No contexto das velozes alterações tecnológicas no qual nos encontramos neste século XXI, algumas exigências se impõem e atingem diretamente mudanças na formação de professores. No espaço da universidade, essa formação deve se sustentar numa sólida formação teórica articulada com as capacidades de intervir de modo crítico na realidade cotidiana dos espaços formativos. A escola é um desses espaços. É fundamental que receios, medos, temores das tecnologias da informação e da comunicação possam ser dirimidos no sentido de tornar o professor um profissional capaz de avançar na construção dos conhecimentos de forma criativa, crítica e autônoma.
É preciso ir além desta discussão e então aprofundar especificamente nos momentos de autoria dos professores. O que eles têm proposto em suas aulas que vão além daquele modelo, que ou trouxeram com eles de quando alunos, ou que se acomodaram em trabalhar? É cada vez mais evidente a cobrança pelo aprendizado vivencial, por uma aula mais próxima do cotidiano em que o aluno construa o conhecimento e não apenas se prenda a encontrar as respostas que já estão disponíveis. Avaliações, índices, testes, simulados, provas, e uma série de outros instrumentos tendem a medir o nível de ensino e de aprendizado, mas será que eles verificam se realmente o aluno produziu algo, se ele em algum momento de seus estudos foi autor?


4. Hipóteses


Há um apontamento de PRENSKY (2001, p. 2) de que os professores usam uma linguagem ultrapassada, e que estão lutando para ensinar uma população que fala uma linguagem totalmente nova; claro que essa sua fala de 11 anos atrás pode não elucidar o que a educação vivencia com o teor que ele propõe de que seja este seu único e maior problema, mas presenciamos certo distanciamento dos professores para com as mudanças midiáticas.

Seria então o conhecimento sobre mídias e a aplicabilidade desse conhecimento no ensino, numa proposta para além da instrução do aluno frente à mudança midiática que o cerca, um chamariz, uma possível aproximação entre teoria e prática, o gosto pela aprendizagem.

Não se pode negar a pesquisa, a discussão teórica em favor da visibilidade da mídia; é claro que se exige muito o aprender para isto ou para aquilo na aplicação cotidiana – Tenho que aprender isso pra usar em quê? – mas, seja para o professor ou para o aluno, o aprofundamento e a busca pela ciência são necessários.

Mas como o professor irá conseguir ser motivador das experiências que o aluno carrega e usá-las em favor do ensino? Se ele não tem intenção e se não busca a formação continuada, pouco ele move, e tende a repetir o mesmo ensino, esperando uma aprendizagem que atenda às mudanças pelas quais os alunos passam e que a sociedade certamente tem cobrado.

Quando ele visualiza suas práticas, é preciso um toque de criatividade. Sem a criatividade, o professor acaba recorrente das mesmas ações, das mesmas atividades, do formal, do repetitivo, de uma prática pouco ou nada atrativa. Com a criatividade, ele torna-se autor, não deixa de pesquisar, mas inova, propõe novos desafios, e com o aluno, criam. É importante entender que criatividade não remete ao floreio, ao acréscimo de recursos e arremates que deixam uma atividade bonita ou impactante ao público, mas que representam uma nova proposta, uma experiência aos alunos, aos colegas de trabalho, que colaboram para o alcance de objetivos e conseguem relacionar as disciplinas, as pessoas, os recursos, em favor da escassa produção do conhecimento.

Acredita-se que, conforme explanado, seja necessário: a) formação específica do professor destinada à integração das mídias; b) o incentivo por coordenadores pedagógicos, diretores e outros dirigentes da escola; c) que a escola se prontifique à imersão, discussão e propostas sobre mídias; d) que os professores se atentem para a reflexão sobre as suas práticas; e) que o professor seja criativo, que não receie arriscar, explorar, partilhar suas vivências, ouvir o outro. E mais, não basta um ou outro, é preciso um conjunto de todos, de tudo isso e de acompanhar e agir no movimento externo à escola, para que a educação realmente pense e integre a mídia.


5. Objetivos

5.1 Geral


O objetivo geral deste projeto está em realizar um estudo de campo que permita identificar como tem sido a reflexão sobre a prática do nestes últimos anos, em que as inovações midiáticas têm ocorrido em ritmo acelerado e propor intervenções que possam colaborar com o ensino e aprendizagem da Rede de Municipal de Ensino de Uruana - Goiás.


5.2 Específicos


Os objetivos específicos deste projeto baseiam-se em sua apresentação para apreciação, desenvolvimento de estudos, pesquisas acerca do tema e intervenção:

  • Ilustrar um perfil da formação dos professores frente às mídias; 
  • Coletar dados e informações que permitam um direcionamento sobre como os professores compreendem as mídias na educação; 
  • Identificar ações que exemplifiquem ou não a mudança na prática do professor quanto ao uso de recursos midiáticos e a discussões sobre mídias em suas aulas; 
  • Caracterizar os momentos de autoria na prática do professor, e de que modo que ele compreende esta autoria; 
  • Propor a partilhar experiências quanto ao uso das mídias no ensino e na aprendizagem do aluno. 


6. Metodologia


Ao propor um estudo sobre as práticas do professor frente às inovações midiáticas, é preciso ter um aporte teórico que permita compreender e garantir a análise e propostas acerca dos dados informações coletados in loco. Para isso, todos os autores estudados no curso de Especialização em Mídias na Educação até o momento formarão a base para pesquisa bibliográfica.

Pretende-se então, utilizar a pesquisa bibliográfica, observando principalmente a questão da formação do professor, as inovações midiáticas e a autoria. Feito isso, formular documentação para coleta de dados e informações capazes de afirmar ou não a problemática levantada, através da pesquisa de campo e entrevistas, observando para a possibilidade de rever os instrumentos utilizados.

Haverá momentos de conversas informais, de observação e de entrevistas na busca de compreender, por exemplo, suas ações enquanto professor da rede municipal de ensino, por meio midiático ou em quê ele é provocado quando participa de momentos de formação, de troca de experiências.

Os dados e informações coletados terão um caráter quantitativo, como visão exploratória e analítica buscando propostas que estejam ao alcance da problemática. Possivelmente, serão indicadas teses a respeito dos dados e informações.

Há ainda a possibilidade da intervenção nos ambientes em que a pesquisa será realizada; experienciar como o professor sente a sua turma e vai modificando a trajetória de seu planejamento de acordo com este sentimento de aproximação – todos com todos: professores, alunos, recursos midiáticos, autoria e prática.


6.1 Procedimentos


Os procedimentos poderão sofrer alteração em sua ordem ou em seu interior, mas inicialmente eles foram pensados na seguinte forma: 
  • Apresentação do projeto à Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) e pedido de autorização para pesquisa e intervenção; 
  • Apresentação do projeto aos docentes (professores, coordenadores, bibliotecários e dinamizadores); 
  • Caracterização da escola por meio de coleta de dados presentes em documentos, entrevistas, observações; 
  • Aplicar um questionário prévio a respeito do entendimento de mídias e sobre como é a prática do professor; 
  • Tendo a caracterização das escolas e uma análise prévia das respostas dos professores ao questionário aplicado, realizar entrevistas (com possibilidade de intervenção) em grupos específicos de professores (educação infantil, séries iniciais, por área de conhecimento ou outro); 
  • Observar os professores em suas práticas. Verificar como eles lidam com as mídias, como planejam as aulas e como registram os resultados das práticas; 
  • Propor interferência, identificando a importância de explorar as mídias, do planejamento e do registro das aulas; 
  • Aplicar um novo questionário, a ser elaborado, para reforçar os resultados esperados, indagando sobre o período da pesquisa e da intervenção com o projeto. 

7. Cronograma


  • Início do Projeto e escolha do tema - outubro
  • Leituras Teóricas - outubro, novembro
  • Planejamento - outubro, novembro
  • Elaboração do Projeto - outubro, novembro
  • Apreciação e revisão do Projeto - novembro
  • Entrega do Projeto - novembro
  • Desenvolver a proposta do Projeto - janeiro a março
  • Relatório Final - março


Referências


ARAÚJO, Ivanildo Amaro. Formação de professores e tecnologias da informação e da comunicação. Professor, você tem medo de quê? Disponível em: <http://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/vertentes/Vertentes_35/ivanildo_amar o.pdf>. Acesso em: 26 fev. 2012.


BASTOS, Charles L. de, et al. Resistência em utilizar recursos tecnológicos na escola. Curso Mídias na Educação. Goianésia, 2012.

BASTOS, Charles L. de. Um diálogo necessário: comunicar em educação e os instrumentos tecnológicos. Curso Mídias na Educação. Goianésia, 2012.

BEAUCLAIR, João. Educação e psicopedagogia: aprender e ensinar nos movimentos da autoria. São José dos Campos: Editora Pulso, 2007.

BÉVORT, Evelyne. Mídia-Educação: Conceitos, História e Perspectivas. Disponível em: <https://www2.ufmg.br/ead/ead/Home/Biblioteca-Digital/Referencias/ Midia-Educacao-Conceitos-Historia-e-perspectivas>, acesso em 26 out. 2012.

DURAN, Débora. Letramento digital e desenvolvimento. Das afirmações às interrogações. São Paulo: Editora Hucitec, 2010.

FREIRE, Paulo. A Educação na Cidade. São Paulo: Editora Cortez, 1991.

MORAN, José Manuel. A Educação que Desejamos: Novos desafios e como chegar lá. 2ª edição. Campinas: Editora Papirus, 2007.

PRENSKY, Marc. Digital natives, digital immigrants. On the Horizon, MCB University Press v. 9. nº 5, out 2001. <http://www.marcprensky.com/writing/Prensky% 20-%20Digital%20Natives,%20Digital%20Immigrants%20-%20Part1.pdf>, versão traduzida por Roberta de Moraes Jesus de Souza: Nativos Digitais, Imigrantes Digitais, disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/55575941/Nativos-Digitais-Imigrantes-Digitais-Prensky>, acesso em 08 jun. 2012.

Charles Bastos

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